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Dieta Mediterrânea adia a necessidade de medicação em pacientes recém-diagnosticados com diabetes tipo 2

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Mais uma prova importante dos benefícios da dieta tipo Mediterrânea, aquela rica em frutas, verduras e grãos integrais, moderado consumo de laticínios e vinho, além de pouco ou nenhum consumo de carne vermelha, que é substituída por peixe e frango.

Em um novo estudo conduzido por pesquisadores italianos  e publicado no Annals of Internal Medicine, esta dieta foi comparada com uma dieta baixa em gorduras (<30%) em 215 pacientes de 30-75 anos recém-diagnosticados com diabetes tipo 2 e acima do peso (IMC >25 kg/m²). Vamos aos detalhes:

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Escrito por bruabra

setembro 1, 2009 em 7:10 pm

Dieta tipo “DASH” proteje contra cálculos renais

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A dieta conhecida como DASH – Dietary Approach to Stop Hypertension – que pode ser traduzida em Português como Enfoque Dietético para Interromper a Hipertensão, se mostrou eficaz na redução da incidência de Nefrolitíase (os cálculos renais, ou “pedra nos rins”).

Esse tipo de dieta é promovido pelo Instituto Nacional de Saúde dos EUA para o controle da Hipertensão Arterial. Como características principais, recomenda o baixo consumo de sal (geralmente em torno de 1500 mg/dia) e de carnes vermelhas e processadas, açúcar, doces e refrigerantes. Em contrapartida, encoraja o consumo de frutas e legumes, nozes e outras sementes oleosas, laticíneos “low-fat”, carnes brancas e grãos integrais.

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Escrito por bruabra

agosto 26, 2009 em 4:03 am

Atividade física e dieta diminuem o risco para Doença de Alzheimer

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Os benefícios de uma dieta saudável e da prática de exercícios físicos recebem mais um importante impulso. Um novo estudo, publicado no JAMA (Journal of the American Medical Association) demonstrou uma diminuição importante do risco de desenvolvimento da Doença de Alzheimer nos indivíduos que se exercitam mais e que seguem uma dieta do tipo Mediterrânea (rica em frutas, legumes, cereais não refinados e azeite de oliva, com consumo moderado de peixes, vinho e laticíneos e baixo consumo de outras carnes).

Previamente, alguns estudos já haviam demonstrado o benefício isolado de exercício e dieta para combater o declínio cognitivo do envelhecimento. No caso específico do Alzheimer, porém, as evidências até o momento são inconclusivas e ademais nunca um estudo havia pesquisado a combinação das duas variáveis.

No estudo em questão, o grupo de pesquisadores da Universidade de Columbia seguiram uma população diversa de 1880 idosos em Nova Iorque durante 5 anos. Destes, 282 deselvolveram a Doença de Alzheimer. Ao analisarem a alimentação e a atividade física, ficou comprovado que aqueles idosos com a maior aderência à dieta Mediterrânea tinham uma chance 40% menor de desenvolver Alzheimer, quando comparados com indivíduos com baixa aderência. No caso da atividade física, aqueles que se exercitavam mais tiveram 37% de redução do risco. O mais relevante, entretanto, é que aqueles idosos que combinavam os dois comportamentos tiveram uma redução de risco de 59%, o que prova que as duas intervenções atuam de forma sinérgica para a redução do risco.

JAMA. 2009;302(6):627-637.

Escrito por bruabra

agosto 15, 2009 em 4:24 am

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